Tucanos oficializam chapa de Alckmin para a Prefeitura de São Paulo
Em convenção realizada no último dia 22, o PSDB definiu Geraldo Alckmin como o candidato da legenda à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2008. Na Capital, o partido (que estava dividido por conta do apoio de parte de seus delegados à candidatura de Gilberto Kassab) abre mão da histórica aliança com os democratas, que deve ser retomada no segundo turno das eleições.
Geraldo Alckmin teve nas pesquisas de intenção de voto as armas para, mais uma vez, vencer uma batalha interna no seu partido, o PSDB, por uma candidatura com seu nome. Ele bateu no peito, mobilizou medalhões tucanos e isolou a “dissidência” pró-Kassab. Conseguiu a oficialização de sua candidatura à Prefeitura. Para quem foi candidato à Presidência da República em 2006, Alckmin até que aprecia a arquitetura dos prédios do Anhangabaú – que, aliás, são conhecidos pelos jardins nos terraços.
Como todo candidato, Geraldo fez campanha mesmo antes da nomeação. Naquele dia, por exemplo, era jogo do Brasil pelas eliminatórias da Copa do Mundo: Brasil e Paraguai. Às vésperas da convenção do partido, vestido com a dez, Geraldo estava reunido com correligionários da periferia da Capital para assistir ao jogo – que acabou dois a zero para os paraguaios. A foto dos torcedores diante da televisão saiu inclusive na “Folha”. Dizem que uma imagem fala por mil palavras; eis a palavra que jorrou da foto: simplicidade.
Ao contrário do ex-candidato à Presidência, um torcedor como outro qualquer. Ao contrário de Alckmin, um Geraldo como outro qualquer. Ainda que atestemos sua perversidade, hoje, a publicidade funciona como um termômetro da nossa sociedade. Com certeza, foi a publicidade que suprimiu o “Alckmin” desse Geraldo simples que assiste ao jogo do Brasil na periferia. A marca de gente simples é algo tão desejado pelos candidatos que, na ânsia, acabam passando dos limites. No caso do jogo, o exagero era torcer sofridamente para o Brasil como Geraldo parecia torcer. Mesmo porque não há homem simples que torça para, decididamente, um time brasileiro de estranhos estrangeiros (as razões vão divergir, mas que não há torcida fanática, isso não há mesmo).Geraldo Alckmin, se eleito no fim do ano, terá sido em muito por conta da publicidade. Feliz a instância que eleger ele ou outro candidato por conta de sua visão de mundo, sua “macrótica”, suas propostas de governo. E feliz o dia em que a seleção honrar essa camisa honrada que já lavou por vezes a alma do sofrido e bom povo do Brasil.
Em convenção realizada no último dia 22, o PSDB definiu Geraldo Alckmin como o candidato da legenda à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2008. Na Capital, o partido (que estava dividido por conta do apoio de parte de seus delegados à candidatura de Gilberto Kassab) abre mão da histórica aliança com os democratas, que deve ser retomada no segundo turno das eleições.
Geraldo Alckmin teve nas pesquisas de intenção de voto as armas para, mais uma vez, vencer uma batalha interna no seu partido, o PSDB, por uma candidatura com seu nome. Ele bateu no peito, mobilizou medalhões tucanos e isolou a “dissidência” pró-Kassab. Conseguiu a oficialização de sua candidatura à Prefeitura. Para quem foi candidato à Presidência da República em 2006, Alckmin até que aprecia a arquitetura dos prédios do Anhangabaú – que, aliás, são conhecidos pelos jardins nos terraços.
Como todo candidato, Geraldo fez campanha mesmo antes da nomeação. Naquele dia, por exemplo, era jogo do Brasil pelas eliminatórias da Copa do Mundo: Brasil e Paraguai. Às vésperas da convenção do partido, vestido com a dez, Geraldo estava reunido com correligionários da periferia da Capital para assistir ao jogo – que acabou dois a zero para os paraguaios. A foto dos torcedores diante da televisão saiu inclusive na “Folha”. Dizem que uma imagem fala por mil palavras; eis a palavra que jorrou da foto: simplicidade.
Ao contrário do ex-candidato à Presidência, um torcedor como outro qualquer. Ao contrário de Alckmin, um Geraldo como outro qualquer. Ainda que atestemos sua perversidade, hoje, a publicidade funciona como um termômetro da nossa sociedade. Com certeza, foi a publicidade que suprimiu o “Alckmin” desse Geraldo simples que assiste ao jogo do Brasil na periferia. A marca de gente simples é algo tão desejado pelos candidatos que, na ânsia, acabam passando dos limites. No caso do jogo, o exagero era torcer sofridamente para o Brasil como Geraldo parecia torcer. Mesmo porque não há homem simples que torça para, decididamente, um time brasileiro de estranhos estrangeiros (as razões vão divergir, mas que não há torcida fanática, isso não há mesmo).Geraldo Alckmin, se eleito no fim do ano, terá sido em muito por conta da publicidade. Feliz a instância que eleger ele ou outro candidato por conta de sua visão de mundo, sua “macrótica”, suas propostas de governo. E feliz o dia em que a seleção honrar essa camisa honrada que já lavou por vezes a alma do sofrido e bom povo do Brasil.
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